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domingo, 29 de julho de 2018

No seu novo disco, Lobão faz um passeio pelo rock dos anos 80


Divulgação

@Carlossmaciel


Com um título significativo, obviamente inspirado em um livro de sucesso, Lobão - depois das polêmicas que se envolveu nos últimos anos em relação a sua posição política - lança o disco "Antologia Politicamente Incorreta dos Anos 80 pelo Rock". O artista entrou em estúdio com a banda Os Eremitas da Montanha com a ideia de colocar a sua cara em sucessos de vários colegas.



O álbum é composto de 25 canções e nela tem desde o rock dos Engenheiros do Hawaii ao pop de Guilherme Arantes. Nessa antologia, ele fez uma viagem do início da década de 80 a 89. Nesse tempo histórico da nossa música, talvez uma das melhores para o rock nacional, o cantor encontrou a fórmula mágica de seu retorno, apesar de ter lançado o disco "O Rigor e a Misericórdia" em 2016, mas aquele período estava extremamente conturbado para ele, foi gravado solitariamente e não teve nenhuma repercussão na mídia.

A Imagem pode está sujeita a direitos autorais

Este é o seu primeiro disco na carreira como intérprete. Cabendo no mesmo espaço Marina Lima e Legião Urbana, por exemplo, o disco tem uma sonoridade bem pesada, desconstruindo muitas das canções com uma energia muito alta.



O interessante é que as músicas no álbum seguem uma data cronológica, iniciando com uma faixa do 1980 (Ôrra Meu de Rita Lee) e finalizando com outra de 1989 (Azul e Amarelo de Lobão, Cazuza e Cartola). A banda que o acompanha é formada por Armando Cardoso (bateria), Augusto Passos (baixo e voz), Felipe Faraco (teclados) e Christian Dias (guitarra).

O Tempo Não Para - Lobão

Este álbum, o 18º da carreira,  seria lançado no ano passado, mas não foi possível. O artista recorreu as doações via crownfound - sistema de colaborações via internet -  e o resultado está ai. Os formatos são CD duplo, LP e edição digital e tem lançamento oficial previsto para 10 de agosto. E vamos de rock'n'roll!

Disco 1
1- Ôrra meu (Rita Lee, 1980)
2- Planeta água (Guilherme Arantes, 1981)
3- Vítima do amor (Evandro Mesquita, 1982)
4- Nosso louco amor (Júlio Barroso e Herman Torres, 1984)
5- Certas coisas (Lulu Santos e Nelson Motta, 1984)
6- Eu não matei Joanna D'Arc (Marcelo Nova e Gustavo Mullen, 1984)
7- Geração coca-cola (Renato Russo, 1985)
8- Leve desespero (Fê Lemos, Dinho Ouro Preto e Loro Jones, 1985)
9- Louras geladas (Paulo Ricardo e Luiz Schiavon, 1985)
10- Primeiros erros (Chove) (Kiko Zambianchi, 1985)
11- Nós vamos invadir sua praia (Roger Moreira, 1985)
12- Núcleo base (Edgar Scandurra, 1985)
13- Até quando esperar (Phillipe Seabra, Gutge e André X, 1986)

Disco 2
14- Dias de luta (Edgar Scandurra, 1986)
15- Toda forma de poder (Humberto Gessinger, 1986)
16- Pânico em SP (Clemente Nascimento, 1986)
17- Eu sei (Renato Russo, 1987)
18- Vida bandida (Lobão, Bernardo Vilhena, 1987)
19- Virgem (Marina Lima e Antonio Cícero, 1987)
20- Esfinge de estilhaços (Lobão, 1988)
21- Quase um segundo (Humberto Gessinger, 1888)
22- Somos quem podemos ser (Humberto Gessinger, 1988)
23- O tempo não pára (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988)
24- Lanterna dos afogados (Herbert Vianna, 1989)
25- Azul e amarelo (Lobão, Cazuza e Cartola, 1989)

Eu não matei Joana D'Arc - Lobão






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