O Centro Educacional e Cultural José Marcos Gusmão em Itapetinga - BA, realizou o Projeto "LER É DEMAIS! LEIA MAIS!" edição 2025. Este projeto, realizado no 16 de junho de 2025, contou com a participação de alunos do 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental II e teve a orientação dos professores de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Arte e Educação Física.
terça-feira, 17 de junho de 2025
Projeto "LER É DEMAIS. LEIA MAIS!" no Centro Educacional e Cultural José Marcos Gusmão - Língua Inglêsa
O Centro Educacional e Cultural José Marcos Gusmão em Itapetinga - BA, realizou o Projeto "LER É DEMAIS! LEIA MAIS!" edição 2025. Este projeto, realizado no 16 de junho de 2025, contou com a participação de alunos do 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental II e teve a orientação dos professores de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Arte e Educação Física.
domingo, 11 de abril de 2021
Grandes desafios para (re)construção da civilização - por Antonio Maciel
Por Antonio Maciel
Abril de 2021, e estamos ainda
aqui, lutando com a distância dos nossos, do trabalho, da escassez de muitas
coisas, bem humanas. Vamos tocando o barco, pensando e repensando na vida. Muitas
coisas devem ser pensadas e repensadas. Em tempos de pandemia, por certo, é
preciso repensar o conceito de educação. Tentaram, e ainda tentam desqualificar
esse modo online. Dizem que professores estão “de boa”. Alguns entenderam que
isso não é educação. Seria aquele fingindo que ensina, fingindo que aprende.
Mas, presencial ou não, é educação. Estamos em aprendizagem, claro! Como sempre
estivemos. Estamos, literalmente, aprendendo fazendo. Nesse processo tentam
desnivelar a educação em valor e em preço. Reafirmamos, pois já sabíamos, que educação não tem preço, tem valor. Muito
valor!
Nesse novo tempo, é preciso
ressignificar o sentido de educar pessoas. Educar uma civilização para a
geração futura é o grande desafio.
Desde o ano passado, muitas
crianças estariam vivendo no espaço escolar, aprendendo a conviver socialmente,
aprendendo limites que na sua casa, com seus pais e avós, não são muitas vezes,
observados. Aprendendo que existe um mundo diferente de sua casa. Aprendendo a
exercitar o ensinado pelos pais.
Despertar sentidos, ultrapassar
barreiras, viver aventuras coletivamente, por enquanto não será possível. Quem
tem condições, paga um horário com especialistas, como psicopedagogos ou mesmo
pedagogos, para atendimento do seu filho num período de uma hora, para aprender
cores, desenvolver coordenação motora, aprender formas, ter novas descobertas, tudo
num clima lúdico, mesmo sabendo que existe o prejuízo da vida coletiva. A
socialização é fundamental, nesse mundo, cada dia mais individualista. E quem
não tem essa possibilidade?
No futebol, cada posição do
jogador tem uma função. Quem seria o professor no campo? O professor seria o tradicional meia armador – um dos mais importantes da equipe, já
que é responsável pela criação de lances ofensivos das equipes! Os alunos,
aqueles que correrão em direção ao gol. Quem vai preparar a jogada para aquele
que corre em direção ao futuro?
É frase fácil na boca de
políticos, a preocupação com quem está na ponta. É hora de demonstrar. A
economia não vai andar, a saúde não vai melhorar, a postura cidadã não vai cair
do céu, se não forem valorizadas a educação e a cultura!! Hoje, nós
professores, gastamos mais energia em
casa, nos ocupamos mais tempo com as tarefas, nos reinventamos a cada dia, para
tornarmos as aulas atraentes, disputando – e que disputa desleal – com as
graças das tecnologias dos aplicativos de entretenimento da garotada. Quem sabe
quantos alunos marcam presença na aula, enquanto jogam no celular? Quem está na
ponta para contribuir na construção de um novo mundo?
As maiores bandeiras para estes e os próximos governos, se vislumbrarem um mundo melhor, devem ser educação e cultura. Precisamos reconhecer quem somos, e como criar possibilidades para melhorar as gerações futuras. Os profissionais da educação, mais que nunca, devem ser prioridade para o futuro de uma nação. Não é só o salário, mas é também o salário!
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
O escritor e pedagogo Antonio Maciel analisa esse tempo de isolamento na pandemia
Muitos autores vem dedicando seu tempo em colher algo de positivo/negativo nesse "novo mundo" moderno que todos nós estamos vivendo. Várias análises buscam explicar qual a mudança que isso nos proporciona ou também no que nada muda, apesar de tanta estranheza no modo de comportamento. Dentre essas escritas eu encontrei essas interessantes reflexões postadas pelo pedagogo, professor, produtor cultural e escritor Antônio Maciel com o título "Em algum lugar no futuro". Ele analisa esse contexto a partir de Itapetinga, uma cidade no interior da Bahia, mas acredito que poderia de qualquer outra, guardando suas respectivas proporções e particularidades. Digo isso porque penso que obviamente quem mora numa cidade maior ou metrópole cria outra expectativa. Dentro dessas nuances Antônio Maciel escreveu: "O homem, ser social, por tanto tempo isolado por medo e/ou cuidado, seria novo".
O texto "Em algum lugar no futuro" faz parte da coluna escrita pelo autor na página /https://www.instagram.com/pauta.blog.br/
sexta-feira, 20 de abril de 2018
O novo Reitor e o Vice-Reitor da UESB, visitam o campi de Itapetinga
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| UESB- Reitor Luiz Otávio e Vice - Reitor Marcos Henrique (Foto: Carlos Maciel) |
Desafios"Universidade não pode ser acomodação, rotina, mesmice. Universidade é produção do novo, inquietação, da possibilidade nova..." (Reitor Luiz Otávio)
"Não pode todo poder decisório ficar centrado no campi de Vitória da Conquista. Itapetinga e Jequié precisam de um novo olhar. O nosso modelo de gestão é horizontal." (Vice-Reitor Marcos)
Sujeito e Participante
"A Uesb, como toda universidade, deve ser múltipla, plural, inclusiva. Universidade é um locus privilegiado de construção de conhecimento" (Reitor Luiz Otávio)
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| Profº Luiz Otávio (Reitor) - Carlos Maciel (repórter) - Profº Marcos (Vice-Reitor) |
#Entrevista na íntegra no link abaixo:
https://www.spreaker.com/user/9620829/entrevista-prof-luiz-otavio-e-prof-marco
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