ÓTICAS SOL - O olhos iluminam a vida!

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terça-feira, 17 de junho de 2025

Projeto "LER É DEMAIS. LEIA MAIS!" no Centro Educacional e Cultural José Marcos Gusmão - Língua Inglêsa


O Centro Educacional e Cultural José Marcos Gusmão em Itapetinga - BA, realizou o Projeto "LER É DEMAIS! LEIA MAIS!" edição 2025. Este projeto, realizado no 16 de junho de 2025, contou com a participação de alunos do 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental II e teve a orientação dos professores de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Arte e Educação Física. 






POEMA INÉDITO DE ANTONIO MACIEL 

As alunas Fernanda (apresentadora), Maria Sofia (english) e Ana Francesca (português) do 6º Ano Matutino declamaram uma poésia inédita do escritor e professor Antonio Maciel. A orientação de performance foi do professor Carlinhos Maciel.

Fernanda (apresentadora), Maria Sofia (english) e Ana Francesca (português) - 
Vídeo: Anderson Silva

#FOTOS E VÍDEOS - Prof. Anderson Silva e Prof. Maiky

domingo, 11 de abril de 2021

Grandes desafios para (re)construção da civilização - por Antonio Maciel

Antonio Maciel (instagram)


Por Antonio Maciel

Abril de 2021, e estamos ainda aqui, lutando com a distância dos nossos, do trabalho, da escassez de muitas coisas, bem humanas. Vamos tocando o barco, pensando e repensando na vida. Muitas coisas devem ser pensadas e repensadas. Em tempos de pandemia, por certo, é preciso repensar o conceito de educação. Tentaram, e ainda tentam desqualificar esse modo online. Dizem que professores estão “de boa”. Alguns entenderam que isso não é educação. Seria aquele fingindo que ensina, fingindo que aprende. Mas, presencial ou não, é educação. Estamos em aprendizagem, claro! Como sempre estivemos. Estamos, literalmente, aprendendo fazendo. Nesse processo tentam desnivelar a educação em valor e em preço. Reafirmamos, pois já sabíamos,  que educação não tem preço, tem valor. Muito valor!


Imagem internet - Fundacred

Nesse novo tempo, é preciso ressignificar o sentido de educar pessoas. Educar uma civilização para a geração futura é o grande desafio.

Desde o ano passado, muitas crianças estariam vivendo no espaço escolar, aprendendo a conviver socialmente, aprendendo limites que na sua casa, com seus pais e avós, não são muitas vezes, observados. Aprendendo que existe um mundo diferente de sua casa. Aprendendo a exercitar o ensinado pelos pais.

Despertar sentidos, ultrapassar barreiras, viver aventuras coletivamente, por enquanto não será possível. Quem tem condições, paga um horário com especialistas, como psicopedagogos ou mesmo pedagogos, para atendimento do seu filho num período de uma hora, para aprender cores, desenvolver coordenação motora, aprender formas, ter novas descobertas, tudo num clima lúdico, mesmo sabendo que existe o prejuízo da vida coletiva. A socialização é fundamental, nesse mundo, cada dia mais individualista. E quem não tem essa possibilidade?  

No futebol, cada posição do jogador tem uma função. Quem seria o professor no campo? O professor  seria o tradicional meia armador – um dos mais importantes da equipe, já que é responsável pela criação de lances ofensivos das equipes! Os alunos, aqueles que correrão em direção ao gol. Quem vai preparar a jogada para aquele que corre em direção ao futuro?

É frase fácil na boca de políticos, a preocupação com quem está na ponta. É hora de demonstrar. A economia não vai andar, a saúde não vai melhorar, a postura cidadã não vai cair do céu, se não forem valorizadas a educação e a cultura!! Hoje, nós professores,  gastamos mais energia em casa, nos ocupamos mais tempo com as tarefas, nos reinventamos a cada dia, para tornarmos as aulas atraentes, disputando – e que disputa desleal – com as graças das tecnologias dos aplicativos de entretenimento da garotada. Quem sabe quantos alunos marcam presença na aula, enquanto jogam no celular? Quem está na ponta para contribuir na construção de um novo mundo?

As maiores bandeiras para estes e os próximos governos, se vislumbrarem um mundo melhor, devem ser educação e cultura. Precisamos reconhecer quem somos, e como criar possibilidades para melhorar as gerações futuras. Os profissionais da educação, mais que nunca, devem ser prioridade para o futuro de uma nação. Não é só o salário, mas é também o salário!

Antonio Maciel instagram


terça-feira, 22 de dezembro de 2020

O escritor e pedagogo Antonio Maciel analisa esse tempo de isolamento na pandemia

Imagem - @pauta.blog.br

 @carlossmaciel

Muitos autores vem dedicando seu tempo em colher algo de positivo/negativo nesse "novo mundo" moderno que todos nós estamos vivendo. Várias análises buscam explicar qual a mudança que isso nos proporciona ou também no que nada muda, apesar de tanta estranheza no modo de comportamento. Dentre essas escritas eu encontrei essas interessantes reflexões postadas pelo pedagogo, professor, produtor cultural e escritor Antônio Maciel com o título "Em algum lugar no futuro". Ele analisa esse contexto a partir de Itapetinga, uma cidade no interior da Bahia, mas acredito que poderia de qualquer outra, guardando suas respectivas proporções e particularidades. Digo isso porque penso que obviamente quem mora numa cidade maior ou metrópole cria outra expectativa. Dentro dessas nuances Antônio Maciel escreveu: "O homem, ser social, por tanto tempo isolado por medo e/ou cuidado, seria novo".

O texto "Em algum lugar no futuro" faz parte da coluna escrita pelo autor na página /https://www.instagram.com/pauta.blog.br/










sexta-feira, 20 de abril de 2018

O novo Reitor e o Vice-Reitor da UESB, visitam o campi de Itapetinga

UESB- Reitor Luiz Otávio e Vice - Reitor Marcos Henrique (Foto: Carlos Maciel)

@Carlossmaciel

Eleitos com quase 63% dos votos válidos para o quadriênio 2018/2022, o novo Reitor Luiz Otávio de Magalhães, acompanhado do Vice-Reitor Marcos Henrique Fernandes, estiveram na tarde de quarta-feira (18) no campi da UESB em Itapetinga. O encontro foi para agradecer a expressiva votação  que os mesmos obtiveram na eleição em todas as categorias (estudantes e servidores).

A Chapa - 2 "Renova Uesb: outra universidade é possível", segundo o profº Luiz Otávio, deixou de existir no final do pleito - "Desde a semana passada que passei a andar pela universidade, parece que o clima é outro, agora é de expectativa. A gente tem que captar isso, a energia positiva que as pessoas tem hoje. Essa visão do novo, mexeu com a visão que a sociedade tem com a universidade" afirmou durante a sua fala.

O encontro em Itapetinga foi em clima de festa, comemoração, mas já traçando os novos desafios que terá pela frente e tudo que poderá nortear os objetivos com essa nova administração. Para a nossa reportagem, os professores Luiz e Marcos falaram da nova visão que eles planejam para a universidade. 

Renova Uesb

A proposta de renovação dizia a respeito a uma consolidação que a gente havia visto na Uesb nos últimos anos de um mesmo grupo político, de um mesmo grupo acadêmico, quase, a frente da administração da universidade. O reitor, que está terminando o mandato agora, teve dois mandatos. E antes de ser reitor, ele havia sido chefe de gabinete do reitor anterior, também 8 anos. Foram 16 anos de um grupo, mais ou menos identificado, com poucas mudanças de política administrativa. Nesses 16 anos a universidade cresceu. 

Nossa campanha, em nenhum momento, procurou desmerecer ou menosprezar a importância que a universidade adquiriu, não apenas nos últimos anos, mas ao longo da sua história. A Uesb chegou em um ponto em que é uma referência em todo sudoeste da Bahia. Mas nos últimos anos, no nosso entendimento, a universidade perdeu, em termos de gestão, uma capacidade de ser propositiva de propor políticas, de propor programas, de propor fórmulas para solucionar problemas da Uesb.
"Universidade não pode ser acomodação, rotina, mesmice. Universidade é produção do novo, inquietação, da possibilidade nova..." (Reitor Luiz Otávio)
Desafios

Fazer um novo modelo de gestão. Precisamos, de fato, fazer um modelo de  descentralização administrativa, orçamentária e acadêmica. A universidade é multi-campi e não é mais aceitável ficar todo poder decisório, tudo que acontece na universidade, ficar no campi de Conquista. Itapetinga e Jequié precisam de um novo olhar, e esse modelo de gestão que a gente propõe, é um modelo de gestão horizontal. 

Outra questão é a permanência estudantil: a universidade vem perdendo diversos alunos ao longo dos anos. A evasão tem sido muito grande, principalmente de famílias carentes, estão tendo dificuldades de permanecer na universidade. E esse problema de enfrentar a evasão e de garantir a permanência do estudante, é um questão central. A universidade não pode existir sem alunos.


"Não pode todo poder decisório ficar centrado no campi de Vitória da Conquista. Itapetinga e Jequié precisam de um novo olhar. O nosso modelo de gestão é horizontal." (Vice-Reitor Marcos)

Sujeito e Participante


A Uesb é uma instituição pública que tem como base de seu funcionamento os recursos públicos proveniente de impostos recolhidos pelo governo e que são repassados para a universidade. No nosso entender, a Uesb tem o dever de tratar esses recursos de forma transparente e democrática. A universidade não tem uma profusão de recursos. Na verdade, o dinheiro que vem é pequeno, face a complexidade da universidade. Ela desenvolve projetos, os mais variados, de ensino, de pesquisa e extensão. Os recursos que recebe tem que ser tratados de forma transparente, democrática e participativa, ou seja, as pessoas tem o direito, dentro da universidade e mesmo fora dela, de saber e de interferir nas decisões, nas deliberações e nas prioridades definidas na instituição. 

"A Uesb, como toda universidade, deve ser múltipla, plural, inclusiva. Universidade é um locus privilegiado de construção de conhecimento" (Reitor Luiz Otávio)

Profº Luiz Otávio (Reitor) - Carlos Maciel (repórter) - Profº Marcos (Vice-Reitor)

A nova administração vai assumir no dia 02 de junho, sábado. O período de transição será realizado no mês de maio.

#Entrevista na íntegra no link abaixo:
https://www.spreaker.com/user/9620829/entrevista-prof-luiz-otavio-e-prof-marco




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